quinta-feira, 23 de março de 2017

Quem levou para casa!

Quem levou para casa os galardões Cosme Damião:
Atleta Revelação: Lindelöf
Prémio Carreira: Ângelo
Formação: Jogadores Campeões Europeus Sub-17 (José Gomes, João Filipe, Mesaque Dju, Gedson Fernandes e Florentino)
Mérito e Dedicação: Manuel da Luz Afonso
Projeto do Ano: Organização da final four da Liga Europeia de hóquei em patins
Inovação: A magia das palavras
Modalidade: Hóquei em Patins
Casas do Benfica: Vendas Novas
Atleta de Alta Competição: Telma Monteiro (judo)
Treinador do Ano: Rui Vitória
Parceiro: Hospital da Luz
Homenagem: Rogério Pipi
Futebolista: Jonas

Estórias à Benfica


Estádio da Luz a fervilhar. Segundo os relatos da época, 69.021 espectadores nas bancadas a acreditarem que o Benfica treinado por Jimmy Hagan seria capaz de dar a volta a uma eliminatória que tinha começado mal, na Holanda, onde o Feyenoord havia ganha por 1-0 a primeira mão. O titularíssimo António Simões era uma carta fora do baralho para a partida de Lisboa, pois escorregou numa escada quando ia para o treino e partiu um braço. Mas nem o azar do esquerdino tirava a crença dos benfiquistas numa reviravolta do marcador e na passagem às meias-finais da Taça dos Clubes Campeões Europeus. Afinal, havia Jaime Graça, havia Artur Jorge, havia Jordão, havia Nené, até havia Eusébio…
E o jogo não podia ter começado melhor para as “águias”. Estavam decorridos apenas cinco minutos quando Nené igualou a eliminatória. A Luz incendiava-se e começou a arder 26 minutos depois, após o golo de Jordão. Em pouco mais de meia-hora o Benfica dava a volta à eliminatória e fazia o austríaco Ernst Happel, treinador da equipa holandesa, engolir as palavras proferidas depois do triunfo em Roterdão - no campeonato holandês, os portugueses jogariam para “não descer de divisão".Só que o Feyenoord não era uma equipa qualquer. Os campeões holandeses tinham muitos internacionais e dois anos antes tinham vencido a Taça dos Clubes Campeões Europeus e a Taça Intercontinental. A um quarto de hora do fim, um golo de Schoemaker colocou o resultado em 2-1 e emudeceu a Luz. Os “encarnados” estavam fora da prova e, com apenas um quarto de hora para jogar, muitos foram os que desistiram.

Centenas começaram a dirigir-se para o exterior do estádio sem imaginar no que estava prestes a acontecer. Num assomo de raiva, num ímpeto de galhardia, o capitão Jaime Graça rouba a bola aos holandeses, que a passavam com algum desdém de jogador para jogador no seu meio-campo. Num ápice ela acaba nos pés de Nené, que marca o seu segundo da noite (o terceiro dos benfiquistas) aos 81’ e dá início a uma goleada que terminaria com o triunfo dos “encarnados” por 5-1, depois de mais dois golos – um de Jordão (87’) e outro de Nené (89’). Três golos nos últimos 15 minutos.
O que se passou naquele período, no relvado da Luz, entrou para a história como os 15 minutos à Benfica. Uma expressão que tenta descrever um futebol avassalador, uma espécie de vendaval ofensivo que empurra os adversários para trás, uma sucessão de ataques incessantes protagonizada pelos homens vestidos de “encarnado” e que encosta o opositor às cordas até o deixar KO, permitindo dar a volta a resultados desfavoráveis.
Muitos anos mais tarde, Nené, o homem daquele jogo, elegeu-o como o jogo da sua carreira. O avançado, na primeira pessoa, em declarações ao PÚBLICO em 2004: “No jogo da primeira mão, em Roterdão, o treinador do Feyenoord, Ernst Happel, meteu-se muito connosco, disse que o Benfica era uma equipa de provincianos que não sabiam jogar futebol. O próprio capitão, van Hanegem, comparou o Benfica ao Excelsior, na altura o último classificado do campeonato holandês. O ambiente no jogo de Lisboa, como sempre, estava fantástico, com o Estádio da Luz completamente cheio. Os jogadores sentiam muito o peso daquele estádio e aos 30 minutos de jogo já estávamos a ganhar por 2-0 – o suficiente para nos qualificarmos para as meias-finais, já que tínhamos perdido o primeiro jogo por 1-0. Mas eles fizeram o 2-1 perto do fim e tudo parecia perdido. Muita gente começou a abandonar a Luz. Lembro-me que os jogadores do Benfica olharam uns para os outros e acho que não foi preciso dizer mais nada. Cerrámos os dentes. As palavras do senhor Happel ainda estavam nos nossos ouvidos e mexeram connosco. Quisemos demonstrar-lhe o que era o Benfica, o Estádio da Luz, o famoso terceiro anel. Nos últimos dez minutos de jogo, marquei dois golos e o Jordão outro. Tinha 22 anos e essa foi, certamente, uma das noites mais inesquecíveis da minha vida.”
Os 15 minutos à Benfica foram, assim, forjados num período aúreo do Benfica, com Jimmy Hagan no comando de uma equipa quase imbatível. O inglês chegou à Luz em 1970-71 e rodeado de uma série de jogadores de excelência conduziu os “encarnados” a três títulos de campeão nacional, o último dos quais praticamente perfeito: 30 jogos, 28 vitórias, dois empates e zero derrotas; 101 golos marcados, 13 sofridos; 18 pontos de avanço para o segundo classificado.
in jornal Público

VERGONHOSA ESTA DECLARAÇÃO!!!

Anda por aí uma polémica...e com inteira razão!!!
Então não é que...

VERGONHOSA ESTA DECLARAÇÃO!!!

É uma falha de cultura gravíssima!!!!!!!!! E um insulto!!!

Então e bola, pá!?!!! Esqueceu-se do guito que torramos em bola??!!

Copos, bola e mulheres!!! Assim sim.

quarta-feira, 22 de março de 2017

Quero lá saber

Quero lá saber se é o Jonas ou o Paulo Lopes quem marca o golo da vitória contra os frutanheiros!!!

Quero é ganhar o jogo!!!

E o Jonas também!

PS - Pistolas, dá para deixares ser outro a bater os livres diretos principalmente se aos 90 minutos em vez de fazeres o golo da época resolves tentar picar a bola contra a barreira...? Please.

1 e meio!

Benfica e Águas Santas empataram (28-28), no encontro que abriu o Grupo A da segunda fase do campeonato nacional de andebol.

Os encarnados saíram com vantagem mínima (16-15) para o intervalo e chegaram a ter quatro golos de diferenças mas permitiram a recuperação do Águas Santas que empatou já com o tempo terminado na transformação de um livre de sete metros convertido por Mário Oliveira.

Melhor desfecho teve a equipa de futsal que venceu, esta terça-feira, o Pinheirense em jogo antecipado da 21ª jornada do campeonato nacional de futsal.

Os golos dos `encarnados´ foram marcados por Elisandro (13 e 39) e por Chaguinha (39).

terça-feira, 21 de março de 2017

Agora sim, está ganho!

Agora sim, está ganho! Grande reforço para o Clássico!!!

O departamento jurídico do Benfica entregou o recurso para o Tribunal Central Administrativo do Sul (TCAS) tendo em vista a suspensão imediata do castigo de 60 dias atribuído pelo Conselho de Disciplina (CD) a Luís Filipe Vieira e confirmado este mês pelo Tribunal Arbitral do Desporto (TAD), após recurso. 

Este castigo, recorde-se, surgiu depois de troca de palavras no camarote presidencial entre o presidente das águias e João Ferreira, vice-presidente do Conselho de Arbitragem, no final do Benfica-V. Setúbal, da primeira volta, acerca do trabalho do árbitro Manuel Oliveira nessa partida. 

O líder das águias foi suspenso a 15 de novembro e o departamento jurídico da SAD avançou com recurso para o TAD, tendo sido o castigo aí suspenso. A decisão saiu, entretanto, com o TAD a negar o recurso a 7 de março. Vieira tem ainda mais um mês para cumprir. 

Este novo recurso leva a nova suspensão até que o TCAS tome a decisão. Ou seja, o presidente do Benfica poderá estar em áreas reservadas, incluindo o balneário da equipa, no clássico com FC Porto, estando também autorizado a falar de futebol sem que seja penalizado. 

Ah, não...espera...o que importa é a malta que joga à bola lá dentro de campo...e aqueles que até ficarem sem voz não viram costas e puxam pela equipa até ao último segundo, faça chuva ou faça sol...

Esses sim, são os reforços que importam ter aptos para o confronto que dita a liderança do campeonato!

A falta que um boi faz!

A época passada, a equipa começou a cavalgar para o título quando Renato Sanches começou a fazer quilómetros e imprimir outra velocidade à equipa. Um verdadeiro búfalo em campo!

Esta época, foi a surpresa Guedes quem espalhava rebeldia em campo e galgava terreno lá na frente feito um boi largado na arena...ainda que nem sempre com orientação acertada...dá para perceber que era mesmo quem fazia a diferença!

Era tempo de Horta chegar para tomar conta do lugar! Vestir a pele de boi! Raça!!! Ambição!!

Pizzi à direita dava maior coesão à equipa, principalmente no jogo com os frutanheiros!

Contra equipas mais fechadas, Carrillo é neste momento a melhor opção para esticar o jogo na ala direita!
Cervi é de longe o nosso melhor ala e é quem tem de fazer de Gaitan! Não foi por acaso que o nosso melhor período foi precisamente com o anão argentino em campo.

E na defesa, é preciso firmeza! É preciso acima de tudo presença na área! E isso quem dá é Jardel!

Ederson;
Nélson, Luisão, Jardel, Eliseu
Samaris, Horta
Pizzi, Cervi
Jonas e Mitroglou

Encham os pulmões de ar! Chegou a hora de GANHAR!
(ainda falta muito?)